Título: Simplesmente Acontece
Título Original: Love, Rosie
Autora: Cecelia Ahern
Editora: Novo Conceito
Páginas: 448
Título Original: Love, Rosie
Autora: Cecelia Ahern
Editora: Novo Conceito
Páginas: 448
Sinopse:O que acontece quando duas pessoas que foram feitas uma para outra simplesmente não conseguem ficar juntas? Todo mundo acha que Rosie e Alex nasceram para ser um casal. Todo mundo menos eles mesmos. Grandes amigos desde criança, eles se separaram na adolescência, quando Alex se mudou com sua família para os Estados Unidos. Os dois não conseguiram mais se encontrar, mas, através dos anos, a amizade foi mantida através de emails e cartas. Mesmo sofrendo com a distância, os dois aprenderam a viver um sem o outro. Só que o destino gosta de se divertir, e já mostrou que a história deles não termina assim, de maneira tão simples.
Quantos sorvetes eu dou:
Primeiramente devo
avisar para você leitor que está procurando uma resenha com sentimentos comuns, que não vai encontrar nada assim aqui, não nessa resenha.
Meu digamos,
"relacionamento" com o livro "Simplesmente Acontece" foi
uma mistura de amor e ódio tão grande que é impossivel essa resenha não conter
sinais claros de bipolaridade.
"Simplesmente
Acontece" é um livro escrito de uma forma muito diferente da convencional,
onde não encontramos narrações ou diálogos normais, isso tudo é demonstrado
atraves de cartas, sms, emails e cartões
postais, e assim sabemos o que está acontecendo na história. No começo achei
essa diferença algo super inovador mas, ao decorrer do livro vi que não era bem
assim.. Eu comecei a sentir falta de descrições das cenas por um narrador e não
apenas por cartas e e-mails, comecei a perder um pouco a noção do tempo também
e me senti um pouco distante dos personagens, pois só é relatado aquilo que
eles escrevem um para o outro, e o resto ? Senti muita falta desse
"resto".
"Ele não me cobre de pétalas de rosa e me leva para Paris nos finais de semana, mas quando corto meu cabelo, ele percebe. Quando me visto para sair à noite, ele me elogia. Quando choro, ele enxuga minhas lágrimas. Quando me sinto sozinha, ele me faz sentir amada. E quem precisa de Paris, quando pode conseguir um abraço?"





