Autora: Marie Lu
Ano: 2012
Páginas: 256
Editora: Rocco
Sinopse: “Legend” é o primeiro livro da série distópica há muito
tempo aguardada pelos fãs. Ambientado na cidade de Los Angeles em 2130 D.C, na
atual República da América. Conta a história de um rapaz – o criminoso mais
procurado do país – e de uma jovem – a pupila mais promissora da República –, cujos
caminhos se cruzam quando o irmão desta é assassinado e a ela cabe a tarefa de
capturar o responsável pelo crime. No entanto, a verdade que os dois
desvendarão se tornará uma lenda.
Quantos sorvetes eu dou:
Ultimamente não estou dando muito certo com distopias apesar
de ter gostado de todas que li, sempre fico com aquela sensação de “esperava
bem mais”, não sei o que exatamente passa pela minha mente quando vou ler uma
distopia mas, sempre acabo indo com muita sede ao pote e me decepcionando um pouco
– tenho que parar com isso, urgente –, mas indo direto ao assunto...
Estamos no ano de 2130 D.C nos Estados Unidos da América, não
este que conhecemos hoje, mas uma República que foi criada com o objetivo de
melhorar a vida do povo e proteger os Patriotas, porém apresenta
uma enorme divisão de classes onde apenas a elite é privilegiada e os pobres
são fadados a sofrer com a opressão, miséria, violência e epidemias.
Oi pessoal ! Faz tempo que não trago citações para vocês não é ?
Separei algumas das minhas muuuitas citações preferidas desse livro perfeito (resenha aqui) para vocês, espero que gostem.

Separei algumas das minhas muuuitas citações preferidas desse livro perfeito (resenha aqui) para vocês, espero que gostem.
"Uma coisa é certa: ficar sentado se sentindo infeliz não vai mudar nada."
"Bruno, às vezes há coisas na vida que temos de fazer e não temos escolhas a respeito delas."

"A infância é medida por sons, aromas e visões, antes que o tempo obscuro da razão se expanda."
“Você é o meu melhor amigo, Shmuel”, disse ele. “Meu melhor amigo para a vida toda.”
"Só porque um homem olha para o céu à noite, isso não faz dele um astrônomo”
“Heil Hitler - disse, o que bruno presumia ser outra forma de dizer: ‘bem até logo, tenha uma boa tarde.’”
“Todos no campo usavam as mesmas roupas, aqueles pijamas com os bonés de pano também listrados; e todos que passavam pela sua casa (exceção feita à mãe, Gretel e a ele próprio) vestiam uniformes de variadas qualidades e graus de condecoração e quepes e capacetes com grandes braçadeiras vermelhas e negras e traziam armas e estavam sempre com o semblante terrivelmente severo, como se tudo aquilo fosse muito importante e ninguém pudesse pensar diferente. Qual era a diferença, exatamente?, ele se perguntou. E quem decidia quem usava os pijamas e quem usava os uniformes?”
Título: Simplesmente Acontece
Título Original: Love, Rosie
Autora: Cecelia Ahern
Editora: Novo Conceito
Páginas: 448
Título Original: Love, Rosie
Autora: Cecelia Ahern
Editora: Novo Conceito
Páginas: 448
Sinopse:O que acontece quando duas pessoas que foram feitas uma para outra simplesmente não conseguem ficar juntas? Todo mundo acha que Rosie e Alex nasceram para ser um casal. Todo mundo menos eles mesmos. Grandes amigos desde criança, eles se separaram na adolescência, quando Alex se mudou com sua família para os Estados Unidos. Os dois não conseguiram mais se encontrar, mas, através dos anos, a amizade foi mantida através de emails e cartas. Mesmo sofrendo com a distância, os dois aprenderam a viver um sem o outro. Só que o destino gosta de se divertir, e já mostrou que a história deles não termina assim, de maneira tão simples.
Quantos sorvetes eu dou:
Primeiramente devo
avisar para você leitor que está procurando uma resenha com sentimentos comuns, que não vai encontrar nada assim aqui, não nessa resenha.
Meu digamos,
"relacionamento" com o livro "Simplesmente Acontece" foi
uma mistura de amor e ódio tão grande que é impossivel essa resenha não conter
sinais claros de bipolaridade.
"Simplesmente
Acontece" é um livro escrito de uma forma muito diferente da convencional,
onde não encontramos narrações ou diálogos normais, isso tudo é demonstrado
atraves de cartas, sms, emails e cartões
postais, e assim sabemos o que está acontecendo na história. No começo achei
essa diferença algo super inovador mas, ao decorrer do livro vi que não era bem
assim.. Eu comecei a sentir falta de descrições das cenas por um narrador e não
apenas por cartas e e-mails, comecei a perder um pouco a noção do tempo também
e me senti um pouco distante dos personagens, pois só é relatado aquilo que
eles escrevem um para o outro, e o resto ? Senti muita falta desse
"resto".
"Ele não me cobre de pétalas de rosa e me leva para Paris nos finais de semana, mas quando corto meu cabelo, ele percebe. Quando me visto para sair à noite, ele me elogia. Quando choro, ele enxuga minhas lágrimas. Quando me sinto sozinha, ele me faz sentir amada. E quem precisa de Paris, quando pode conseguir um abraço?"
Oi pessoal, faz um bom tempo que não posto citações aqui no
blog, então decidi fazer esse post com citações de dois livros que
particularmente gosto muito: Se eu ficar e Para onde ela foi. Já postei a
resenha dos dois e se você gostar das citações e quiser saber um pouco mais
sobre cada livro, basta clicar no nome dos livros ali em cima ok? Enfim, eu sei
que tem gente que leu e não curtiu, mas a coisa toda é que ambos os livros tem
frases muito bonitas e que de fato me tocaram quando li, espero que possam
tocar vocês também.
“Às vezes você faz escolhas na vida e às vezes as escolhas fazem você.” – Se eu ficar
"O que eu posso te dizer? O amor é uma merda." – Se eu ficar
"Toda manhã eu acordo e digo a mim mesmo: É apenas um dia, um período de vinte e quatro horas para passar." – Para onde ela foi
"Percebo agora que morrer é fácil. Viver é difícil." – Se eu ficar
“Não é incrível como a vida é uma coisa e então, de repente, torna-se outra? Sabe quando você tem momentos incríveis na sua vida em que tudo está dando certo e você até sente um medo de, de repente, tudo mudar? Muitas vezes, o vento sopra contra a maré e a nossa vida, que parecia ser um sonho, vira de pernas para o ar e a gente pensa que não vai suportar. A verdade é que os momentos bons jamais existiriam e seriam bons se não fossem os ruins, não é verdade? Acredito que precisamos passar por dificuldades e momentos dolorosos para darmos valor a cada momento que nos faz feliz e faz bater o nosso coração mais forte. Com a correria do dia-a-dia esquecemos de aproveitar cada segundo que temos porque a verdade é que nunca sabemos o dia da amanhã, o minuto seguinte, nosso próximo passo.” – Se eu ficar
"E foi egoísta o que eu pedi que ela fizesse, mesmo que terminasse sendo a coisa menos egoísta que eu já fiz. A coisa menos egoísta que tenho de continuar fazendo. Mas eu faria de novo. Faria aquela promessa milhares de vezes e a perderia milhares de vezes para tê-la ouvido ticar a noite passada ou vê-la esta manhã à luz do sol. Ou mesmo sem isso. Só pra saber que ela estava em algum lugar aí fora. Viva." – Para onde ela foi
"Depois que ela se foi eu fiquei sozinho. Não havia ninguém para ocupar o lugar dela” - Para onde ela foi.
“Quero diminuir o espaço que nos separa, medido em passos - não em quilômetros, não em continentes, não anos -, e colocar meus dedos calejados no seu rosto. Quero tocá-la e me certificar que é realmente ela, não um desses sonhos que tive com tanta frequência desde que ela partiu, quando eu a via tão claro como o dia, estava pronto para beijá-la ou levá comigo, e depois acordava com Mia fora de alcance. Mas não posso tocá-la. Esse é um privilégio que não existe mais. Mesmo contra a minha vontade." – Para onde ela foi
“Sua boboca – falei, beijando-a na testa – você não me divide. Você me tem.” – Para onde ela foi
Título: Para onde ela foi
Autora: Gayle Forman
Editora: Novo Conceito
Páginas: 219
Sinopse: Meu primeiro impulso não é agarrá-la nem beijá-la. Eu só não quero tocar sua bochecha, ainda corada pela apresentação desta noite. Eu quero atravessar o espaço que nos separa, medido em passos - não em milhas, não em continentes, não em anos -, e acariciar seu rosto com um dedo calejado. Mas eu não posso tocá-la. Esse é um privilégio que me foi tirado. Com a mesma força dramática de Se eu Ficar, agora pela voz de Adam, Para onde ela foi expõe o desalento da perda, a promessa da esperança e a chama do amor que renasce.
Quantos sorvetes eu dou:
Primeiramente
devo alertar que essa resenha possuirá alguns leves spoiler’s do primeiro
livro “Se eu ficar”, então se você ainda não leu e não quer nenhum spoiler, não
aconselho que continue lendo o post, mas se quiser saber um pouco mais sobre o primeiro livro, clique aqui e veja a resenha do livro "Se eu ficar".
Para
onde ela foi toma um rumo um pouco mais sombrio, sensível e realístico, do que
o primeiro livro, Se eu ficar. Três anos se passaram após o acidente com a
família de Mia e as coisas mudaram bastante... O livro desta vez é narrado por
Adam, que agora é um musico famoso. Já Mia, agora é uma violoncelista de sucesso que
acabou de entrar em turnê. (Perceberam como as coisas estão diferentes ?)
O
maior baque de todos foi quando percebi que eles não estavam mais juntos.. E
sinceramente não era isso que eu esperava encontrar nesse livro. Alias, acho
que ninguém esperava isso.. Adam e Mia separados ? Todos esperavam no mínimo
que o segundo livro nos desse informações sobre a recuperação pós coma de Mia,
sobre seu relacionamento com Adam e como ela lidou com a perda de seus
familiares.
"Faria aquela promessa milhares de vezes e a perderia milhares de vezes para tê-la ouvido tocar a noite passada ou vê-la esta manhã à luz do sol. Ou mesmo sem isso. Só para saber que ela estava em algum lugar aí fora. Viva.”
Confesso que fiquei um pouco revoltada com o
rumo da história. Mia tinha deixado Adam. Sim! Abandonado ele, de verdade. E
Adam.. Bem, ele não era mais aquele garoto doce e amoroso, e sim um cara
amargo, explosivo e depressivo, o tipo de celebridade problemática.
Eu
comecei a entrar em colapso, querendo saber o que aconteceu para que chegasse a
esse ponto, e várias perguntas se passaram pela minha cabeça, “Como Adam chegou
nesse ponto?”, “Por que Mia deixou Adam?”, “WTF Gayle Forman!?” .. Mas logo vi
que da mesma forma que a história é contada em Se eu ficar, Para onde ela foi
também mistura fatos do passado e do presente, alternando entre os capítulos, o que foi
esclarecendo aos poucos tudo que tinha acontecido e respondendo todas as minhas
perguntas.
“Todo mundo tem suas tragédias na vida. Todo mundo tem dor.”
Ao
decorrer do livro fiquei com raiva de Mia por ter deixado Adam, e também por
outros motivos.. Tudo apontava para uma garota totalmente contraria da Mia que
vi no primeiro livro, mas assim como as perguntas, tudo simplesmente se
esclareceu no final
E as reviravoltas ? Aaah, as reviravoltas...
Elas são incríveis ! E o final ? Foi além de tudo aquilo que eu esperava. Um
final puro, e digno para o fim da duologia e simplesmente a cara da tia Gayle
Forman (meio brusco e do nada, não tanto como no primeiro livro, mas ainda
assim muito brusco kkk)
Nesse
livro podemos conhecer um pouco mais sobre Adam, o que ele sentiu com o
acidente, todas as angustias e aflições.. Todos os seus sentimentos por Mia, no
passado e no presente.
Necessito
parabenizar a autora por mais uma criação divina e pela incrível capacidade de
escrever em um ponto de vista masculino, e tão bem!
"Quero diminuir o espaço que nos separa, medido em passos - não em quilômetros, não em continentes, não anos -, e colocar meus dedos calejados no seu rosto. Quero tocá-la e me certificar que é realmente ela, não um desses sonhos que tive com tanta frequência desde que ela partiu, quando eu a via tão claro como o dia, estava pronto para beijá-la ou levá comigo, e depois acordava com Mia fora de alcance. Mas não posso tocá-la. Esse é um privilégio que não existe mais. Mesmo contra a minha vontade."
Oii sorvetes lindos do meu coração ! Depois de um tempo sem, voltei com mais um "Citações com Sorvete", dessa vez venho com citações do livro "Como eu era antes de você" (resenha aqui). É um livro que eu amo, e que acabei fazendo vaaaarias marcações ao decorrer da leitura. Espero que gostem.
Seu corpo era apenas uma parte do pacote completo, algo para se lidar de vez em quando, em intervalos, antes de voltarmos a conversar. Para mim, tinha se tornado a parte menos interessante dele. Você só vive uma vez. É sua obrigação aproveitar a vida da melhor forma possível.
Reparei que ele parecia determinado a não lembrar em nada com o homem que tinha sido; (...). Seus olhos cinzentos tinham marcas de cansaço, ou de desconforto que ele sentia o tempo todo (...). Eles levavam o olhar vazio de alguém que está sempre alguns passos afastado do mundo a seu redor. Às vezes, eu me perguntava se aquilo não era um mecanismo de defesa de Will, já que a única maneira que encontrou de lidar com sua vida foi fingir que não era com ele que aquelas coisas estavam acontecendo.
A finalidade da música é fazer com que você se desligue do mundo.
É só que o que não se pode compreender a respeito da maternidade, até que se tenha um filho, é que não é um adulto — o deselegante, barbado, fedorento, filho teimoso — que a mãe vê diante de si, com seus recibos de estacionamento, seus sapatos não engraxados e sua complicada vida sentimental. A mãe enxerga todas as pessoas que o filho já foi ao longo da vida reunidas em uma só.
Dizem que só é possível se admirar um jardim depois de certa idade, e acho que existe alguma verdade nisso. Provavelmente tem algo a ver com o grande ciclo da vida. Parece que há algo de miraculoso em ver o inexorável otimismo de um novo broto após a desolação do inverno, uma espécie de alegria na diversidade a cada ano, a forma como a natureza escolhe mostrar diferentes partes do jardim. Houve momentos —quando meu casamento ficou mais populoso do que eu tinha imaginado — em que o jardim foi meu refúgio, momentos em que foi uma alegria.
- Escute, Clark, se for usar um vestido assim, tem que se sentir segura. É preciso vesti-lo mental e fisicamente. - Só você, Will Traynor, para dizer a uma mulher como ela deve usar um maldito vestido
- Mesmo quando eu era adolescente, meu pai jamais me deixaria sair com um homem mais velho. - Nem se ele tivesse seu próprio castelo? - Bom, isso poderia mudar as coisas, obviamente.
Às vezes, você é a única coisa que me dá vontade de levantar da cama.
Poucas coisas ainda me fazem feliz, e você é uma delas.
Título: O Hobbit
Autor: J.R.R. Tolkien
Editora: WMF Martins Fontes
Páginas: 328
Sinopse : Bilbo Bolseiro é um hobbit que leva uma vida confortável e sem ambições, raramente aventurando-se para além se sua despensa ou sua adega. Mas seu contentamento é perturbado quando Gandalf, o mago, e uma companhia de anões batem à sua porta e levam-no para uma expedição. Eles têm um plano para roubar o tesouro guardado por Smaug, o Magnífico, um grande e perigoso dragão. Bilbo reluta em participar da aventura, mas acaba surpreendendo até a si mesmo com sua esperteza e sua habilidade como ladrão!
Quantos sorvetes eu dou:
"Numa toca no chão vivia um hobbit. Não uma toca desagradável, suja e úmida, cheia de restos de minhocas e com cheiro de lodo, tampouco uma toca seca, vazia e arenosa, sem nada em que sentar ou o que comer: era a toca de um hobbit, e isso quer dizer conforto."
Posso dizer que nunca tive muito contato com as obras de J.R.R Tolkien, lembro de ter tentado ler o Volume Único de Senhor dos Anéis quando tinha uns 10 ou 11 anos, mas logo desisti por ser uma leitura extremamente detalhada e um pouco parada (hoje penso que talvez não estivesse preparada para tal leitura). A coisa é que, alguns dias atrás eu cismei que tinha que ler O Hobbit (não me pergunte porque), e em uma promoção do divisíssimo Submarino (que me levará a falência) acabei comprando kk.
No começo, admito que não esperava muito, não tinha assistido as adaptações e nem lido nada a respeito (procurei e achei pouquíssimas resenhas).. Mas quando o livro chegou... Foi amor à primeira vista.
“Se mais pessoas valorizassem o lar mais do que o ouro, o mundo seria um lugar melhor.”
Apesar de ser uma história criada primeiramente para o público infantil, O Hobbit acaba sendo uma ótima leitura, colocando a questão da idade de lado e dando lugar apenas a imaginação de cada leitor, pois em um livro de fantasia, o principal fator (mais do que em qualquer outro gênero) é como o leitor consegue enxergar o ambiente, os personagens e sentir o enredo da história como se participasse dela. Foi exatamente por isso que simplesmente me encantei com o universo fantástico de O Hobbit que se passa na Terra-Média (universo criado por Tolkien, onde também se passa a triologia de Senhor dos Anéis).
“O mundo não está nos seus livros e mapas. O mundo está lá fora!”
É importante citar o amadurecimento dos personagens (principalmente o de Bilbo Bolseiro) e o surgimento de um elo entre eles que vai muito além de uma simples amizade em uma história de fantasia, mas que também pode ser interpretada como um elo entre raças (no mundo real ok?), mostrando ao leitor que é possível conviver com as mais diversas raças (brancos, negros, asiáticos, árabes, muçulmanos, indianos..), mesmo com todas as diferenças e preconceitos existentes no mundo real. Ao decorrer do livro percebi que os personagens eram tão extremamente característicos que bastava uma simples frase ou ação para conseguir decifrar quem era quem.
E o que falar das canções ? Sim , canções ! J.R.R Tolkien também utilizou de canções para contar alguns momentos da história (e sim, eu ficava cantando, tentando inventar um ritmo legal para cada canção kk) , o que foi simplesmente fantástico! Sem falar das ilustrações maravilhosas dos lugares como: Valfenda, A Trilha da Montanha, Cidade do Lago e outras mais.
Logo me vi fascinada por cada personagem: O hobbit Bilbo, o mago Gandalf, os anões Thorin, Fili, Kili, Balin, Bifur, Bofur, Bombur (que sempre me tirava sorrisos sendo sempre o ultimo e o mais reclamão, por causa de seu peso nada leve kk) , Dwalin, Dori, Oin, Nori, Gloin e também por Gollum (sim ! achei ele extremamente engraçado) e Smaug (cara.. eu sei que ele é um vilão, mas, tipo, ele é um dragão, impossível não amar dragões).
“(...) – Bom dia! – disse Bilbo, sinceramente. - O que você quer dizer com isso? – perguntou Gandalf – Está me desejando um bom dia, ou quer dizer que o dia está bom, não importa o que eu queira ou não, ou quer dizer que você se sente bem neste dia, ou que é um dia para se estar bem?"
Enfim, o Hobbit é uma leitura magnifica, cheia de momentos engraçados, que fala muito sobre amizade, auto descoberta, música e que nos deixa algumas mensagens maravilhosas para reflexão. Quando lemos O Hobbit e tentamos interpretar e levar a história para a realidade, nos deparamos com vários aspectos até mesmo cristãos (não estou louca, basta você prestar atenção), como a “paz entre raças” que citei anteriormente, a luta entre o bem e o mal ( trevas vs luz) e a ganancia do homem.Suuper recomendo a TODOS essa leitura excepcional, com certeza vale muito a pena em todos os sentidos possíveis.
Resumindo: J.R.R Tolkien é O cara ! Mito dos mitos kk e estou louca para ler Senhor dos Anéis, Contos inacabados, Os filhos de Hurin e todos os outros contos criados por ele kk
Resumindo 2: Assisti as 3 adaptações cinematográficas de O Hobbit (tudo de uma vez) e poxa.. Chorei muito kkk e recomendo também, mesmo tendo muita coisa que não é fiel ao livro.
"Para além das montanhas nebulosas, frias,Adentrando cavernas, calabouços cravados,Devemos partir antes de o sol surgir,Em busca do pálido ouro encantado.Operavam encantos anões de outrora,Ao som de martelo qual sino a soarNa profundeza onde dorme a incerteza,Em antros vazios sob penhascos do mar. (...)”
Oi pessoal ! Então, criei uma nova coluna que consiste em postar citações de livros, filmes ou séries uma vez na semana (se eu conseguir pode ser até mais). O nome é "Citações com Sorvete" haha. Esse é o primeiro post, e será sobre o livro Simplesmente Acontece (que em breve postarei também a resenha e algum comentário sobre o filme). É isso. Se tiverem pedidos ou sugestões para os próximos post's dessa coluna, podem dizer ali nos coméntarios ok? Espero que gostem ♥
Título: A Última Música
Autor: Nicholas Sparks
Editora: Novo Conceito
Páginas: 400
Sinopse: "Aos 17 anos, Verônica Miller, ou simplesmente Ronnie, vê sua vida virar de cabeça para baixo quando seus pais se divorciam e seu pai decide se mudar para a praia de Wrightsville, na Carolina do Norte. Três anos depois, ela continua magoada e distante dos pais, particularmente do pai. Entretanto, sua mãe decide que Ronnie e seus irmãos iriam passar as férias de verão com o pai na Carolina do Norte. É quando ela conhece Will, o garoto mais popular da cidade pelo qual se apaixona profundamente."
A Última
Música foi um livro que particularmente não me prendeu, não que não seja uma
leitura boa ou interessante, porque é, mas, simplesmente não conseguiu me
prender o suficiente para que eu não ficasse dispersa em outras coisas a minha
volta, ou com outros pensamentos.
Minha primeira impressão sobre o livro, era de que seria mais um romance clichê, tudo muito superficial, amores de verão e outros pensamentos do gênero, e felizmente estava enganada. A Ultima Música de fato não tem nada de superficial, não é apenas mais um romance de verão cliché, e sim uma história profunda que aborda temas interessantes e que merecem uma reflexão, como: o relacionamento entre pais e filhos, o perdão, o egoísmo, o orgulho, o tempo que passamos com as pessoas que amamos e a busca pelo entendimento e pela presença de Deus.
“A vida, entendeu, era bem parecida com um música. No começo, há mistério, e no final, confirmação, mas é no meio que reside a emoção e faz com que a coisa toda valha a pena”
Ao
decorrer dos capítulos, é apresentado ao leitor a vida dos personagens, Will,
Marcus, Steve e Ronnie, apresentando seus pensamentos, medos e angustias.
O
que dizer sobre a Ronnie ? Confesso que no início do livro achei-a irritante,
egoísta e orgulhosa demais. Mas, o que exatamente esperar de uma personagem
completamente rebelde, que é mau humorada, revoltada com a vida e com o mundo,
acusada de roubo e que culpa o pai pela separação da família ? Ronnie, passa 3
anos sem falar com o pai por causa disso, não responde cartas, não atende
telefonemas e não está presente quando ele faz visitas. Jurou que jamais
voltaria a tocar piano, quebrando o elo entre ela e o pai, o amor pela música.
Apesar de ter um caráter forte e rebelde, com o decorrer do livro mudanças vão
acontecendo e Ronnie se mostra a garota que verdadeiramente sempre foi.
"Finalmente havia entendido que a presença de Deus está em todo lugar, em todos os momentos e é sentida em um momento ou outro, por todas as pessoas"
O
livro é surpreendente, com a profundidade e problemas próprios de cada
personagem, não apenas Ronnie, mas também Will, Blaze (Galadriel), Steve e
Marcus.
Apesar
de não ter me prendido muito, amei a leitura, amei refletir sobre a vida,
conforme lia o livro, e sim, amei também o desfecho.
Título: Apenas um Dia
Autor: Gayle Forman
Editora: Novo Conceito
Páginas: 386
Sinopse: "A vida de Allyson
Healey é exatamente igual a sua mala de viagem: organizada, planejada,
sistematizada. Então, no último dia do seu curso de extensão na Europa, depois
de três semanas de dedicação integral, ela conhece Willem. De espírito livre, o
ator sem destino certo é tudo o que Allyson não é. Willem a convida para adiar
seus próximos compromissos e ir com ele para Paris. E Allyson aceita. Essa
decisão inesperada a impulsiona para um dia de riscos, de romance, de liberdade,
de intimidade: 24 horas que irão transformar a sua vida. Apenas um Dia fala de
amor, mágoa, viagem, identidade e sobre os acidentes provocados pelo destino,
mostrando que, às vezes, para nos encontrarmos, precisamos nos perder primeiro…
Muito do que procuramos está bem mais perto do que pensamos. "
Quantos sorvetes eu dou:
Quantos sorvetes eu dou:
Apenas um dia não é tão óbvio quanto parece ser, na verdade é totalmente
ao contrário. Quando lemos o título de primeira viagem, sem nada saber sobre a
história, pensamos que o livro todo se passa em apenas um dia, como o título
sugere, mas não é bem assim (ahá, pegadinha da Forman), o livro é dividido em
duas partes, “ Um dia”, que relata as aventuras de Allyson e Willem em Paris. E
“Um ano”, que se passa um mês depois desse um dia em Paris e conta a trajetória
de Allyson durante um ano. E é exatamente essa divisão que eu considerei o
divisor de aguas, não só literalmente, falando da história sendo dividida em
si, mas da vida da Allyson, sendo marcada pelo dia que passou em Paris. Como um
antes e depois (juura ? No me diga!)
"Posso ter apenas 18 anos, mas já me parece bem óbvio que o mundo está dividido em dois grupos: o dos que fazem e o dos que observam. As pessoas com as quais as coisas acontecem e o restante de nós, que meio que se arrasta sobre as coisas. As Lulus e as Allysons."




















